Theresa Catharina de Góes Campos

 

 

 
Camila Farani : Internacionalização de startups brasileiras: Digibee além do horizonte!

De: Camila Farani via LinkedIn
Date: ter., 16 de mai. de 2023 
Subject: Internacionalização de startups brasileiras: Digibee além do horizonte!
To: Theresa Catharina de GÓES CAMPOS
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Camila Farani
Eleita pela Bloomberg uma das pessoas mais influentes da América Latina | Shark Tank Brasil por 6 temporadas | investidora | empreendedora | LinkedIn Top Voice
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Internacionalização de startups brasileiras: Digibee além do horizonte!

Novas startups brasileiras surgem a cada dia que passa e com elas seus serviços e produtos inovadores que estão expostos no mercado, o que atrai investidores devido ao dinamismo e à forte movimentação que essas startups dão à economia.

Próximo passo? Crescimento e expansão de negócios em nível global. Sim, internacionalizar é um caminho fundamental para a empresa que tem como característica principal o modelo de negócios repetível e escalável. E a internacionalização permite um maior fluxo de seu capital e crescimento mais acelerado, além de posicionamento da empresa em destaque frente aos concorrentes. 

Este é o caso da Digibee, plataforma iPaaS (Integration Platform as a Service), co-fundada por Rodrigo Bernardinelli (CEO)Peter Kreslins Jr. (CTO) e Vitor Sousa (Field CTO LATAM/BR), startup em que meus sócios da Staged VenturesGeraldo Neto e Flávio Pripas, e eu, decidimos apostar. 

Mas, por que os investidores olham para este perfil de startup?

Isso acontece porque startups com modelos cada vez mais escaláveis e focados no digital, optam por escalar internacionalmente desde o início, não sendo limitadas geograficamente. E muitos investidores, com o intuito de impulsionar empresas brasileiras de qualidade que buscam a expansão internacional, apostam neste tipo de empresa.

Não é à toa que a Digibee captou US$25 milhões em janeiro de 2021, em rodada liderada pelo Softbank e, em agosto, a Staged Ventures realizou uma rodada secundária no valor de de US$5,2 milhões, da qual os membros do programa Black do Investidores.vc participaram com US$225 mil. Com isso, a empresa triplicou sua receita anual recorrente de dezembro de 2021 a dezembro de 2022, atingindo US$22 milhões em ARR (Receita Anual Recorrente).

A companhia atraiu os olhares dos investidores em nível global porque é responsável pela integração de diferentes sistemas para conduzir grandes empresas ao mundo digital. Com uma plataforma inovadora e arquitetura flexível, conecta aplicativos, servidores, dados, clouds, dispositivos, ecossistemas de parceiros, entre outros. 

Isso tudo acontece sem o empreendimento abrir mão dos requisitos que são importantes para todas as empresas: performance, resiliência e segurança. E como a Digibee faz isso? Construindo uma plataforma 100% na nuvem baseada em low code, ou seja, pouco código, e ainda, com criptografia, logs, cofre de senhas e outros. 

Assim, a organização ajuda empresas de todos os segmentos a modernizar, reestruturar e gerenciar suas arquiteturas de sistemas, aprimorando processos e ferramentas, para que elas possam atingir os objetivos de negócio de maneira mais rápida, fácil, segura e com menos custos. Com presença em países como Brasil, Estados Unidos, México e Chile, o portfólio da empresa conta com importantes marcas globais, como Lowe’s, Accenture e a varejista americana Payless. No Brasil, a Digibee atua com organizações como Itaú Unibanco, B3, Assaí Atacadista, Carrefour Brasil e Dasa.

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