Theresa Catharina de Góes Campos

 

 

 
Camila Farani: Prioridades do futuro do trabalho: ESG, DNA tecnológico e humanização


De: Camila Farani via LinkedIn
Date: ter., 4 de jul. de 2023
Subject: Prioridades do futuro do trabalho: ESG, DNA tecnológico e humanização
To: Theresa Catharina de GÓES CAMPOS
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Camila Farani
Eleita pela Bloomberg uma das pessoas mais influentes da América Latina | Shark Tank Brasil por 6 temporadas | investidora | empreendedora | LinkedIn Top Voice
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Prioridades do futuro do trabalho: ESG, DNA tecnológico e humanização

Com tanta evolução tecnológica, Inteligência Artificial remodelando muitas profissões, 5G em alta, e com o surgimento de novas tendências de mercado, eu diria que pensar em como vai funcionar o futuro das nossas profissões é, no mínimo, uma atitude que todos nós devemos ter.

Fórum Econômico mundial apontou um estudo com 3 macrotendências que moldarão o futuro do trabalho a partir de 2023: “adoção de novas e avançadas tecnologias”, “aplicação mais ampla de padrões ambientais, sociais e de governança (ESG)”, e o “aumento do custo de vida para os consumidores”.

Essa previsão do Fórum Econômico Mundial vai de encontro à conclusão do estudo recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT) que aponta sobre a consolidação da economia verde ter potencial para gerar um saldo positivo de 15 milhões de empregos na América Latina até 2030. Somente no Brasil seriam 7,1 milhões de novos trabalhos relacionados ao ESG.

Além disso, o estudo global da Deloitte sob o tema “Qual é o futuro do trabalho?” fornece uma visão geral a respeito das transformações que impulsionam a evolução das funções, força e local de trabalho, também oferece perspectivas sobre como as organizações devem começar a responder aos novos desafios.

Segundo a pesquisa, a expectativa é que os empregos do futuro sejam movidos por tecnologias e fundamentados em dados, exigindo habilidades humanas em áreas como resolução de disfunções, comunicação, escuta e interpretação. À medida que as máquinas assumem tarefas mecânicas e o trabalho das pessoas se torna mais analítico, técnicas de design thinking podem ajudar as organizações a definir novos tipos de capacidades e habilidades em atividades que têm um viés mais disruptivo.

Não à toa que a Michael Page, um dos maiores players mundiais em recrutamento especializado, também ressalta a transformação do mercado de trabalho em seu estudo. Confira:

  • Mais concorrência profissional

As empresas irão selecionar o candidato mais atrativo para a vaga em questão, sem se importarem com gênero, idade ou com o lugar onde este profissional vive - mesmo que seja a quilômetros do escritório;

  • Adeus trabalho de uma vida inteira

Os profissionais serão, cada vez mais, internacionais e buscados para trabalharem em projetos específicos. Portanto, a troca de emprego será algo mais do que normal, será preciso;

  • Maior estudos

Para serem bem remuneradas, as pessoas terão que estudar mais e mais. Graduações e MBAs não serão diferenciais. Cursos pontuais e reciclagens ditarão o futuro educacional.

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  • Escritório onde você quiser

No parque, no café, em casa, em um coworking... Trabalhar de qualquer lugar fora do escritório será mais do que permitido, será uma ação encorajada. Networking, novos negócios e bem-estar para o profissional são somente alguns dos benefícios com a prática;

  • Mudanças de horários

Mais flexibilidade e maior preocupação com o bem-estar do funcionário entrarão para os temas de fiscalização de órgãos governamentais.

  • Desenvolvimento tecnológico

A demanda e procura por profissionais qualificados para lidar com novas tecnologias passará a aumentar de maneira considerável. Mecanismos (e colaboradores) que permitam maior produtividade e...

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