Como
reagir
quando o
Estado
decide
que pais
não
importam
mais —
e
que a
vida dos
bebês
pode ser
descartada
em
silêncio?
Eu sou
mãe e
quando
li a
Resolução
258/2024,
senti um
aperto
no
peito.
Ela
permite
que
meninas,
ainda
crianças, abortem
até os
nove
meses de
gestação —
sem o
conhecimento
ou
consentimento
dos
pais,
sem
limite
gestacional,
sem
acompanhamento
judicial.
É como
se o
Estado
dissesse: “Pais,
calem-se.
Bebês,
desapareçam.”
Mas o
povo
brasileiro
reagiu
com
coragem.
Juristas,
médicos,
mães,
pais e
cidadãos
gritaram: “Não
em nosso
nome!”
A
deputada
Chris
Tonietto
ouviu
esse
clamor e
apresentou
o PDL
3/2025
para
anular
essa
resolução
cruel.
Fizemos
a
campanha, você assinou,
compartilhou
e …
Você
venceu
na
Câmara,
com
ampla
maioria.
Agora a
luta
chega ao
Senado
Federal —
e o
tempo é
curto.
Se os
senadores
não
votarem
logo, o
projeto
pode
ficar
parado
até
2026.
Quantos
bebês
serão
mortos
até lá?
Quantas
meninas,
usadas e
descartadas?
A sua
voz pode
ser o
grito
que
salva
uma
vida.
Agora a
proposta
está no Senado
Federal.
E o
tempo
corre
contra
os
inocentes.
Eu já
acompanhei
de perto
mulheres
em
gravidez
inesperada.
E posso
afirmar
sem
hesitar: elas
não
querem
matar
seus
filhos.
O que
elas
realmente
precisam
é de
apoio,
respeito,
escuta e
dignidade.
Mas a
Resolução
258 faz
exatamente
o
contrário
— e seus
absurdos
precisam
ser
expostos
com
clareza.
- Primeiro, ela extrapola poderes de forma escandalosa: um conselho executivo não tem autoridade para legislar sobre matéria penal. Essa função é exclusiva do Congresso. Mesmo assim, a resolução tenta criar, por conta própria, uma nova hipótese de aborto.
- Depois, ela autoriza o aborto até os nove meses de gestação: Pense no que isso significa: um bebê plenamente formado, com coração batendo, pulmões funcionando, unhas, cabelos, movimentos… Um bebê que poderia estar respirando nos braços da mãe — e que pode ser morto dentro do ventre materno por causa de uma norma administrativa.
- A resolução exclui totalmente a família da decisão. Determina que os pais não sejam informados, rompendo o vínculo familiar justamente quando a menina mais precisa de proteção, apoio e orientação.
- Ela também reduz a crise a uma única “solução”: o aborto. Ignora tudo aquilo que realmente ajuda uma menor em sofrimento: acompanhamento psicológico, acolhimento e apoio familiar, políticas de prevenção, assistência e segurança e alternativas reais como a adoção responsável. A mensagem enviada a essas meninas é desumana: “ Se vire sozinha”.
- Além disso, a Resolução 258 parte de uma premissa falsa e perigosa: que toda gestação de menor é fruto de estupro. Isso apaga realidades diversas, atrapalha investigações sérias de abuso e coloca meninas em risco ainda maior ao esconder tudo da família.
Enquanto
isso, o
que
essas
jovens
realmente
precisam
é
exatamente
o
oposto:
que
alguém
as
acompanhe
emocionalmente,
que
recebam
suporte
psicológico,
que seus
pais
sejam
informados,
que
exista
proteção
social,
que
alternativas
ao
aborto
sejam
apresentadas
e que a
denúncia
de
abuso,
quando
há
abuso,
seja
feita
com
seriedade
Acima de
tudo,
precisam
ser
tratadas
com dignidade.
Juntos
vencemos
esta
atrocidade
na
Câmara e
agora
precisamos
nos unir
novamente
para
passar
pela
casa
revisora,
o Senado
Federal.
Temos uma prova incontestável de que a pressão
popular
funciona.
Quando a
Câmara
recebeu nossas
assinaturas ,
tudo
mudou.
Deputados
agiram e
a
sociedade
venceu.
E agora
os
senadores
já
sentem a
mesma
pressão:
sabem
que o
país
está
olhando,
pois
nossas
assinaturas
já
inundam
suas
caixas
de
e-mail.
É por
isso
que precisamos
agir
agora,
antes
que o
ano
acabe — porque
bebês
continuam
morrendo,
e
meninas
continuam
sendo
usadas
como
ferramenta
de uma
ideologia
cruel, que
reduz
seu
sofrimento
a um
procedimento
violento
e impede
que suas
famílias
saibam o
que está
acontecendo.
Se
conquistarmos
milhares
de
assinaturas,
o Senado
aprovará
o PDL
3/2025.
E isso
será um
marco
histórico:
o
direito
dos pais
será
restaurado,
a
dignidade
da
criança
por
nascer
será
protegida
e o
Brasil
dará um
passo
firme na
construção
de uma
cultura
de vida
e
responsabilidade
familiar.
Mas se
perdermos,
as
consequências
serão
devastadoras.
Se nada
for
feito, a
Resolução
258
continuará
em vigor
e os
abortos
tardios
se
tornarão
parte da
rotina,
enquanto
bebês
totalmente
formados
—
prontos
para
nascer,
com
coração
batendo,
pulmões
funcionando,
unhas,
cabelos,
movimentos
— seguirão
morrendo
dentro
do útero
por uma
decisão
administrativa
fria e
distante.
Ao mesmo
tempo,
meninas
permanecerão
isoladas,
vulneráveis,
obrigadas
a
esconder
dos
próprios
pais a
dor, o
medo e a
confusão
que
vivem,
enquanto
famílias
inteiras
continuarão
legalmente
silenciadas,
impedidas
de
proteger
suas
filhas e
acompanhar
seus
netos em
gestação.
É um
cenário
de
sofrimento
silencioso,
em que
vidas
são
interrompidas
e lares
são
quebrados
sem que
ninguém
possa
estender
a mão.
Mas,
Theresa
Catharina
de Góes
Campos,
por que
devemos
agir
agora?
O
recesso
do
Congresso
se
aproxima,
e
sabemos
como
funciona
— temas
vitais
desaparecem
entre
jantares
políticos,
agendas
de
campanha
e
discursos
vazios.
Se o PDL
3/2025
não for
pautado
agora,
corre o
risco
real de
morrer
na
gaveta,
e com
ele
continuarão
sendo
interrompidas
vidas
reais,
de bebês
totalmente
formados
e
meninas
deixadas
à
própria
sorte.
Há
esperança,
sim, mas
ela
depende
de um
esforço
gigantesco nas
próximas
horas,
antes
que o
silêncio
burocrático
enterre
de vez a
chance
de
proteger
quem
mais
precisa.
Cada
assinatura
é um
lembrete
aos
senadores
de que o
Brasil
está
desperto,
atento e
pronto
para
cobrar.
Cada
nome
enviado
diz
claramente: nós
defendemos
nossos
filhos,
nossas
meninas
e a
maternidade.
O
momento
é agora
— ou
seremos
cúmplices
do
silêncio.