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Olá ,
Theresa
Catharina de
Góes Campos,
Duas
crianças
brasileiras
foram
arrancadas
de seus pais
por causa de
uma disputa
sobre
vacinação — apesar
de médicos
terem
recomendado
a suspensão.
Foram 5
atestados.
Sem aviso,
sem
audiência,
apenas a
polícia à
porta. Isso
está
acontecendo
agora.
Autoridades
ignoraram
relatórios
de
assistentes
sociais que
descreviam o
lar como
seguro. O
direito
internacional
estabelece
que a
separação
familiar
seja o
último
recurso.
Em vez
disso, as
crianças
choram sob a
tutela do
Estado,
enquanto os
pais lutam
no escuro.
Cada dia a
mais
separados
aprofundam o
trauma e
normalizam o
abuso de
poder do
governo.
Cada hora
longe dos
pais corrói
o senso de
segurança
das crianças
e a
confiança
nos adultos.
Essa dor é
totalmente
evitável.
A
Constituição
brasileira e
os tratados
internacionais
exigem prova
clara de
perigo
iminente
antes da
retirada de
crianças de
suas
famílias.
Nenhuma
prova foi
apresentada.
Ignorar
essas
garantias
destrói o
Estado de
Direito para
todas as
famílias.
Assine agora
pedindo que a
CIDH investigue
as remoções em
Arroio Grande,
imponha
salvaguardas,
revise o devido
processo legal e
restaure os
direitos
parentais.
Uma onda de
assinaturas
pode levar a
Comissão a
agir
rapidamente.
Isso
significa
crianças de
volta para
casa e um
limite claro
contra as
arbitrariedades
do Estado.
Sua voz,
somada à de
milhares,
faz a
diferença.
Obrigada por se
posicionar. Em
solidariedade,
Glauciane Teixeira
e toda a equipe
da CitizenGO
P.S. Agentes do
Estado
arrancaram essas
crianças de seus
pais sem provas
adequadas ou
devido processo
legal. Assine
a petição agora
e ajude a reunir
esta família!
Aqui está o
e-mail que lhe
enviamos
anteriormente
sobre isso:

Crianças foram arrancadas dos pais, em Arroio Grande, sem qualquer prova de perigo.
Exija que a Comissão Interamericana aja agora — investigue os abusos, proteja as crianças e restaure essas famílias.
Some sua voz hoje, antes que mais vidas sejam destruídas.
ASSINE A PETIÇÃO |
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Olá Theresa
Catharina de
Góes Campos,
E
se, depois
de seguir a
orientação
do médico do
seu filho,
agentes do
Estado
batessem à
sua porta,
inesperadamente,
tarde da
noite, e
levassem seu
filho
embora?
Como mãe, só
de imaginar
isso, o
coração
aperta.
Eu queria
estar aqui
hoje apenas
para te
desejar um
Feliz Natal
e te trazer
palavras de
esperança e
boas
mensagens.
Mas ao
esperar o
Menino Jesus
na
manjedoura,
meu coração
se volta
para estes
pais, que
passam este
Natal sem
seus filhos.
Enquanto a
mídia se
cala, uma
família
sofre em
silêncio.
Foi
exatamente
isso que
aconteceu em
Arroio
Grande, no
Rio Grande
do Sul,
Brasil.
A primeira
criança
apresentou
reação após
a vacinação.
Diante do
quadro, o
médico — com
cautela e
responsabilidade,
contraindicou
a inoculação
das doses,
inclusive da
segunda
criança,
sempre com
foco em
proteger a
saúde delas.
Em vez de
cuidado, a
família
recebeu
força e
arbitrariedade.
As
autoridades
ignoraram o
laudo
médico,
apareceram
sem aviso e
retiraram as
crianças — sem
avaliação
médica
independente,
sem
audiência,
sem qualquer
chance dos
pais se
explicarem.
Relatórios
sociais não
apresentaram
nenhuma
questão que
direcionasse
para essa
decisão
judicial, ou
seja, os
pais sequer
imaginaram
que o Poder
Familiar
estava em
risco.
Era noite
quando o
poder
público
recolheu, à
força, os
irmãos do
lar e os
levou a uma
casa de
acolhimento.
Você
consegue
imaginar o
que se passa
com este
casal? O
Natal se
aproxima e
agora eles
lutam para
ter seus
filhos de
volta.
Eles sofrem
com a dor
diária de
chegar em
casa e
encontrar o
silêncio em
que deveria
haver
risadas?
Encontram
brinquedos
intocados.
Camas
vazias.
Nenhuma
explicação.
Nenhuma
despedida.
Como mãe,
posso
imaginar que
uma dor seja
insuportável.
Assine agora.
Sua voz exige
uma ação
imediata antes
que mais um dia
de trauma se
passe.
Este caso
não é apenas
doloroso — é
profundamente
injusto.
Crianças
foram
separadas
sem prova de
perigo, sem
devido
processo
legal e em
total
desrespeito
aos padrões
internacionais
de direitos
humanos.
E não foi
apenas um
laudo médico
ignorado —
foram cinco.
Isso mesmo:
cinco
relatórios
médicos
assinados,
detalhando
as reações
das crianças
e
recomendando
cautela, foram
simplesmente
descartados.
Em vez de
ouvir
especialistas,
o Estado
tratou pais
responsáveis
como
suspeitos —
apenas por
tentarem
proteger a
saúde dos
próprios
filhos.
O que
precisa ser
feito é
claro.
A Comissão
Interamericana
de Direitos
Humanos
(CIDH) deve
intervir: investigar
os abusos
cometidos,
proteger as
crianças e
restaurar,
imediatamente,
a unidade
familiar.
Todas as
garantias
legais
existentes
para
proteger as
famílias
foram
ignoradas —
e isso não
pode ser
aceito.
Precisamos
agir porque
o silêncio
vira
permissão.
Se o Estado
pode se
sobrepor aos
pais e aos
médicos sem
provas,
nenhuma
família está
segura.
Assine agora e
exija que a CIDH
interrompa essa
injustiça e
defenda a
família.
Se
não
reagirmos,
esse
pesadelo não
vai parar em
uma única
casa. Cada
noite
forçada,
longe dos
pais,
aprofunda o
trauma
dessas
crianças — e
cria um
precedente
perigoso
para outras
famílias.
O que
aconteceu em
Arroio
Grande pode
acontecer em
qualquer
lugar, com
qualquer pai
ou mãe que
questione ou
siga uma
orientação
médica
responsável.
Mas se
vencermos
esta
batalha, enviaremos
uma mensagem
poderosa. De
que mães e
pais não
estão
sozinhos. De
que as
famílias não
são
descartáveis.
De que o
Estado não
pode
arrancar
crianças de
lares
amorosos sem
consequências.
Nossa voz
coletiva
pode
devolver
essas
crianças aos
braços dos
pais — e
proteger
muitas
outras.
Este é o
nosso
momento como
pais e mães.
Por essas
crianças.
Por essa
mãe. Pelos
nossos
próprios
filhos.
Assine e toque o
alarme agora —
assine a petição
e exija justiça,
proteção e a
reunificação
familiar hoje.
Em
solidariedade,
Glauciane Teixeira
e toda a equipe
da CitizenGO
P.S.: A cada
hora que passa,
essas crianças
seguem afastadas
do seu lar
amoroso. Não
espere — assine
agora e ajude a
trazê-las de
volta para casa.
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