
A ONU quer que o aborto e a transição de gênero sejam tratados como supostos “direitos das crianças”, permitindo que os pais sejam legalmente afastados das decisões mais impactantes sobre a vida de seus próprios filhos.
Se isso for adiante, tribunais, escolas e hospitais terão poder para ignorar os pais em nome dos “direitos da criança”.
Assine a petição agora, antes que os pais percam o direito de proteger seus próprios filhos.
ASSINE A PETIÇÃO |
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Olá,
Theresa
Catharina
de Góes
Campos,
Para
mim, o
Natal
sempre
foi um
momento
que me
lembrava
o quanto
nossos
filhos
são
preciosos.
Mas,
neste
início
de ano,
algo
profundamente
preocupante
está
sendo
preparado
às
portas
fechadas.
Enquanto
você e
eu ainda
estávamos
retomando
a rotina
após as
festas,
um
pequeno
grupo de
“especialistas”
não
eleitos
da ONU
começou,
silenciosamente,
a
reescrever
os
“direitos
das
crianças”
de modo
a
retirar
dos pais
o papel
de
tomadores
de
decisão.
Enquanto
escrevo, eles
estão
finalizando
um novo
rascunho
que será
incorporado
à
Convenção
da ONU
sobre os
Direitos
da
Criança —
um
tratado
amplamente
utilizado
por
governos
e
tribunais
para
moldar
leis e
decisões
que
afetam
diretamente
a forma
como as
crianças
são
tratadas.
Esse
novo
texto
propõe
algo
extremamente
perigoso.
Ele
transforma
o aborto
e a
transição
de
gênero
em
supostos
“direitos
das
crianças”
—
direitos
que
poderiam
ser
impostos
até
mesmo
contra a
vontade
dos
próprios
pais!
Se
adotado,
esse
texto
será
citado
por
tribunais,
governos,
escolas
e
instituições
nos
próximos
anos,
moldando
decisões
reais
sobre
seus
filhos e
empurrando
os pais
para
fora do
processo.
É assim
que os
direitos
parentais
são
minados
na
prática:
decisões
que
mudam
vidas
são
transformadas
em
“direitos
das
crianças”
e os
pais
passam a
ser
vistos
como
obstáculos
a serem
ignorados.
Pior
ainda,
esse
texto
vai
muito
além de
qualquer
coisa
que os
países
tenham
acordado
ao
assinarem
a
Convenção
— e tudo
está
sendo
feito
sem
debate
público
nem
consentimento
popular.
Mal o
ano
começou, e
nossos
filhos
já estão
novamente
sob
ataque —
de forma
silenciosa,
por meio
de
linguagem
técnica
e
ambígua,
que a
maioria
dos pais
só vai
conhecer
quando
for
usada
contra
eles.
Por
isso,
preciso
da sua
ajuda. Atue
agora,
antes
que esse
texto
seja
finalizado!
Assine esta
petição
urgente
exigindo que
o Comitê da
ONU sobre os
Direitos da
Criança e o
embaixador
do Brasil na
ONU, Sérgio
França
Danese,
intervenham
imediatamente
e removam
toda a
linguagem
que trata
aborto e
transição de
gênero como
“direitos
das
crianças”.
Agora,
deixe-me
explicar
por que
esse
rascunho
é tão
perigoso.
A
Convenção
foi
criada
para
proteger
a
criança
“antes e
depois
do
nascimento”.
Mas esse
novo
texto
desrespeita
completamente
essa
intenção
original. Ele
distorce
o
tratado
para
exigir
acesso
global
ao
aborto
para
menores
e tenta
enfraquecer
o papel
dos pais
nas
decisões
cruciais
sobre
identidade
de
gênero.
O
rascunho
diz que
as
crianças
devem
ter “acesso
efetivo
a
serviços
seguros
de
aborto
para
meninas
adolescentes” (parágrafo
18b).
Na
linguagem
da ONU,
“acesso
efetivo”
significa que
nada
pode
impedir —
sem
atrasos,
sem
obstáculos.
A
intenção
é
clara: transformar
o aborto
em
direito
para
menores
de
idade.
E, ao
mesmo
tempo,
esse
mesmo
texto
está
repleto
de
expressões
ligadas à
ideologia
de
gênero,
tratando
“identidade
de
gênero”
como
outro
suposto direito
da
criança.
Sim, é
isso
mesmo…
Parece
absurdo,
mas está
escrito
ali.
Um
“direito”
de tirar
a vida
de uma
criança
ainda
não
nascida!?
Um
“direito”
de uma
criança
mudar de
gênero!?
E isso
não é
por
acaso. Faz
parte de
uma
estratégia
da ONU,
que há
anos
tenta
normalizar
a ideia
de que
crianças
podem
decidir
seu
gênero e
que
qualquer
pessoa
que
questione
isso
está
“violando
seus
direitos”.
O
rascunho
exige
explicitamente
que os
países
adotem
uma “abordagem
transformadora
de
gênero”.
Isso
significa mudar
leis,
escolas,
sistemas
de saúde
e
tribunais para
que se
alinhem
à
ideologia
de
gênero —
incluindo
a ideia
de que a
identidade
de
gênero
declarada
por uma
criança
deve ser
aceita e
respeitada
automaticamente.
Na
prática,
essa
linguagem
já tem
sido
usada
repetidamente
para:
-
Escolas
doutrinarem
crianças
sem
o
conhecimento
dos
pais
-
Médicos
realizarem
práticas
irreversíveis
como
abortos,
bloqueadores
de
puberdade
e
hormônios
-
Tribunais
ignorarem
pais
que
dizem
“não”
Não se
engane —
a
linguagem
do texto
foi
escrita
com um
único
objetivo: excluir
os pais
do
processo
decisório.
Assine agora
a petição
urgente para
exigir que o
Comitê da
ONU e o
Embaixador
do Brasil
retirem
qualquer
linguagem
que trate
aborto e
transição de
gênero como
“direitos
das
crianças”.
Veja
como
isso se
aplica
na
prática:
Seu
filho
comenta
a um
professor
ou
orientador
que não
se sente
do
gênero
em que
nasceu.
Com base
nesse
texto,
sua
cautela
pode ser
considerada
discriminação.
Sua
recusa
vira um
“obstáculo”
aos
“direitos”
da
criança.
Um grupo
ativista
se
envolve.
A escola
ou o
médico
alega
que sua
participação
está
causando
“danos”
ou
“atrasos”.
O caso é
levado
ao
tribunal
— com
urgência.
E, de
repente,
você, o
pai ou a
mãe, já
não é
quem
decide o
que é
melhor
para o
próprio
filho!
Sem
consentimento
dos
pais.
Sem
proteção
dos
pais. As
instituições
decidem,
com
consequências
IRREVERSÍVEIS!
O pior:
esse
texto
foi
escrito
exatamente
para
essa
finalidade.
Ele foi
feito
para ser
citado
por
advogados.
Para que
ONGs o
utilizem
como
arma
política.
Para que
juízes
digam:
“Os
padrões
internacionais
de
direitos
da
criança
da ONU
exigem
isso.”
Mesmo em
países
onde o
aborto é
restrito.
Mesmo
onde a
lei
exige
consentimento
dos
pais.
Se for
aprovado,
esse
texto
será
usado
por anos
como
arma
contra
os pais
que se
recusam
a
entregar
seus
filhos à
ideologia.
É por
isso que
essa
luta
importa.
E, por
isso,
essa
linguagem
não pode
prevalecer.
Faça sua voz
ser ouvida:
assine a
petição para
proteger as
crianças, as
famílias e a
soberania
nacional
antes que
novas
imposições
perigosas
sejam
forçadas
sobre nós.
Obrigado por
estar ao
lado das
crianças,
dos pais e
das famílias
neste
momento
decisivo,
Sebastian
Lukomski e
toda a
equipe da
CitizenGO
P.S.
Aborto e
transição de
gênero nunca
podem ser
considerados
“direitos
das
crianças”.
Um direito
serve para
proteger a
criança do
mal, não
para
destruir ou
alterar
permanentemente
seu corpo,
sua
fertilidade
ou seu
futuro.
Ao redefinir
essas
práticas
como
“direitos”,
esse texto
da ONU
inverte
totalmente o
conceito de
proteção
infantil —
transformando
os pais em
guardiões em
obstáculos.
Se for
aprovado,
esse texto
será usado
em
tribunais,
escolas e
hospitais
para ignorar
pais que
dizem “não”.
É assim que
o absurdo
vira
“normal”.
Este é o
momento de
impedir
isso. Assine
a petição
agora, antes
que seja
tarde.
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