|
Olá,
Theresa
Catharina
de Góes
Campos,
Aqui é o
Pablo
Almeida.
Escrevo
hoje
como
vereador
em Belo
Horizonte
- MG,
mas,
acima de
tudo,
como um
cidadão
profundamente
preocupado
com o
rumo que
o Brasil
está
tomando.
O que
está
acontecendo
com o
deputado
Nikolas Ferreira não é
um
exagero
da
imprensa
— é um
ataque
real à
liberdade
política. Um
meme,
uma
sátira
política
legítima,
virou
pretexto
para
pedidos
de
investigação
criminal,
de
cassação
e até de
prisão.
Isso é
gravíssimo.
Deputados
do PSOL
correram
à PGR,
tratando
o humor
como se
fosse um
golpe de
Estado.
Querem
rasgar a
Constituição
e
destruir
a
imunidade
parlamentar
— aquela
mesma
que
existe
para
proteger
o debate
político
livre,
duro e
até
incômodo.
Se
aceitarmos
que um
deputado
seja
punido
por uma
imagem
irônica, qual
será o
próximo
passo?
Punir um
vereador
por um
post?
Processar
um
cidadão
por um
comentário?
Silenciar
quem
ousa
comparar
o Brasil
ao
caminho
perigoso
que
levou a
Venezuela
ao
autoritarismo?
As redes
sociais
são hoje
a
verdadeira
praça
pública
do
Brasil.
É onde
representantes
falam
diretamente
com o
povo.
Criminalizar
esse
espaço é
romper o
elo
entre
eleitos
e
eleitores.
E não se
engane:
isso não
é apenas
sobre o
Nikolas.
É sobre criar
medo.
É sobre
fazer
todo
mundo
pensar
duas
vezes
antes de
falar.
É sobre
transformar
o
silêncio
em
regra.
Nós
ainda
temos
uma
janela
curta
para
impedir
que esse
abuso se
torne
precedente.
O
recesso
parlamentar
termina
em
poucos
dias, e
as
decisões
estão
sendo
moldadas
agora — são
dias,
não
semanas.
Por
isso,
precisamos
pressionar
o
presidente
da
Câmara,
Hugo
Motta,
enquanto
ainda há
tempo.
Dizer
com
clareza:
Imunidade
parlamentar
não é
privilégio.
Sátira
política
não é
crime.
Censura
disfarçada
de
justiça
não
passará.
Quando
cidadãos
se
manifestam
de forma
firme e
respeitosa,
os
líderes
sentem.
Essa
pressão
pode
frear
essa
perseguição
antes
que ela
avance
no
Congresso.
Peço que
você se
una a
mim.
Compartilhe
esta
mobilização.
Levante
a voz
agora.
ASSINE AGORA
para exigir
que Hugo
Motta
defenda a
imunidade
parlamentar
e rejeite
qualquer
tentativa de
criminalizar
a sátira
política.
Cada
assinatura
aumenta a
pressão e
deixa claro
que o Brasil
não aceita
censura
disfarçada
de justiça.
COMPARTILHE
ESTA
MOBILIZAÇÃO
com amigos,
família e
grupos.
Quanto mais
gente
souber, mais
difícil será
para
Brasília
fingir que
isso é
normal.
Se ficarmos
calados
hoje, amanhã
o silêncio
será
imposto. Um
forte
abraço,
Pablo
Almeida -
Vereador –
Belo
Horizonte,
Glauciane Teixeira
e toda a
equipe da
CitizenGO
Aqui está o
e-mail que
lhe enviamos
anteriormente
sobre isso:

A sátira política está sob ataque direto e acelerado. Quando o silêncio vence, a censura avança — e a história não perdoa quem se cala.
Diga agora ao presidente da Câmara, Hugo Motta: defenda a liberdade de expressão e a democracia. Barre a retaliação jurídica rasteira contra memes antes que vire precedente.
Se Nikolas Ferreira pode ser silenciado hoje, qualquer cidadão pode ser calado amanhã.
Assine agora e reaja enquanto ainda há tempo para manter a liberdade de expressão no Brasil.
ASSINE A PETIÇÃO |
|
Olá
Theresa
Catharina
de Góes
Campos,
E se um
simples
meme
pudesse
levar um
deputado
— e,
amanhã,
você —
ao banco
dos
réus?
Tudo
começou
com um
meme
satírico
que
mostrava
Lula
sendo
“preso”.
O que
parecia
apenas
uma
reação exagerada evoluiu para
algo
muito
mais
grave. O
que
seria
apenas
sátira
política,
a base
governista
transformou
em um pedido
de
cassação
e até de
prisão
contra
Nikolas
Ferreira.
Para
eles,
rir do
poder é
crime.
Mas
defender
ditadores,
relativizar
violações
de
direitos
humanos
e passar
pano
para
regimes
autoritários
é
tratado
como
algo
“legítimo”,
desde
que tudo
seja
embalado
no
discurso
conveniente
da
“soberania”.
O
critério
é claro
— e
assustador: o
problema
não é o
autoritarismo,
e sim a
crítica.
Condenar
abusos
incomoda;
satirizá-los,
mais
ainda.
Por
isso,
tentam
calar
quem
expõe o
absurdo.
Não é
justiça.
É
perseguição
política
disfarçada
de
legalidade.
Estamos
pedindo
algo
simples
e
constitucional:
que o
presidente
da
Câmara, Hugo
Motta,
barre
imediatamente
essa
perseguição,
rejeite
qualquer
pedido
de
cassação
ou
prisão
baseado
em memes
e faça
valer a
Constituição
que
jurou
defender.
Assine agora
e reaja
enquanto
ainda
podemos
impedir esse
abuso.
Queremos que
a liberdade
de
expressão, a
imunidade
parlamentar
e o direito
à sátira
política
sejam
protegidos —
não
criminalizados.
Mas
poderia
me
perguntar, Glauciane,
por que
isso é
gravíssimo
para o
Brasil?
O que
estamos
vendo
não é um
caso
isolado
— é um
padrão
perigoso
que se
repete:
-
Parlamentares já
foram
investigados
e
censurados
por
opiniões
políticas.
-
Humoristas
e
comediantes foram
intimados,
processados
ou
proibidos
de
se
apresentar.
-
Jornalistas
independentes sofreram
bloqueios,
remoções
de
conteúdo
e
perseguições
judiciais.
E
alguns
estão
até
mesmo
exilados
do
país.
-
Cidadãos
comuns tiveram
posts
apagados
e
contas
suspensas,
e
passaram
a se
autocensurar
por
medo.
Hoje é
deputado.
Amanhã
pode ser
um
cartunista.
Depois, qualquer
brasileiro que
ouse
rir,
criticar
ou
discordar.
Diga basta
agora.
Assine e
pressione
para
defender a
liberdade de
expressão.
A
Constituição
é
clara.
O artigo
53
garante que parlamentares não
podem
ser
processados
por suas
opiniões,
palavras
ou
votos. Ignorar
essa
cláusula
não
enfraquece
apenas
um
deputado
—
desmoraliza
a
própria
Constituição
que o
presidente
da
Câmara
jurou
defender.
O artigo
5º
protege
explicitamente
a liberdade
de
expressão,
inclusive
a
crítica
política
e a
sátira,
online
ou
offline.
Retire
isso e
todas as
vozes se
contraem.
O medo
substitui
o
debate.
Hoje, as
redes
sociais
são a
praça
pública
onde eu,
você e
milhões
de
brasileiros
nos
encontramos.
É ali
que
representantes
falam
sem
intermediários,
olho no
olho,
com quem
os
elegeu.
Criminalizar
esse
espaço é
cortar
esse
diálogo,
é
afastar
o
cidadão
do poder
e
transformar
a
política
novamente
em algo
distante,
fechado
e
controlado
por
poucos.
Se vencermos esta
batalha
agora,
enviaremos
um
recado
inequívoco: a
liberdade
de
expressão
é
sagrada,
o humor
político
é
intocável
e a
democracia
brasileira
ainda
respira.
Mostraremos
que o
povo
está
atento e
não
aceita
censura
travestida
de
justiça.
Se perdermos, o
precedente
estará
criado.
Memes
virarão
“provas”.
Processos
substituirão
o
debate.
O medo
tomará
conta
das
redes,
das
redações,
das
salas de
aula. A
democracia
encolhe-se
sempre
que o
silêncio
vence.
Ainda dá
tempo de
virar o
jogo.
O
recesso
parlamentar
termina
em
poucos
dias e
as
decisões
já estão
sendo
costuradas,
longe
dos
holofotes. Não
temos
semanas
— temos
poucos
dias.
Se não
agirmos
imediatamente,
esse
abuso
será
normalizado
e virará
regra
antes
que o
país
perceba.
Assine agora
e exija que
Hugo Motta
cumpra a
Constituição.
Com firmeza
e esperança,
Glauciane Teixeira
e toda a
equipe da
CitizenGO
P.S.: A
censura
nunca começa
grande. Ela
começa
quando
achamos
“razoável”
calar
alguém. Não
normalize
isso. Assine
agora e faça
Hugo Motta
ouvir nossa
voz alta e
clara.
|