Theresa Catharina de Góes Campos

 

 

 
ELES ESTÃO TENTANDO MATAR BOLSONARO _ Enilson Cruz

*URGENTE!
ELES ESTÃO TENTANDO MATAR BOLSONARO.
O Ex-presidente está sofrendo ataques ou tentativas contínuas contra a sua vida.
UM ASSASSINATO EM CÂMERA LENTA*

O novo laudo da Polícia Federal confirma que o ex-presidente Jair Bolsonaro possui sete doenças crônicas, exigindo acompanhamento médico contínuo e cuidados incompatíveis com o cárcere.
O documento cita: hipertensão arterial sistêmica, apneia obstrutiva do sono grave, obesidade clínica, aterosclerose sistêmica, doença do refluxo gastroesofágico, queratose actínica e aderências intra-abdominais, além de sinais neurológicos que aumentam o risco de quedas e complicações.
Segundo o deputado Gil Diniz, a prisão domiciliar é urgente: “Manter um homem doente, vítima de atentado e condenado por um tribunal de exceção nessas condições é desumano, ilegal e cruel.”

Até agora, o STF não autorizou hospitalização ou prisão domiciliar para seu mais odiado opositor, mesmo que quase totalmente aniquilado.
Acompanhando passo a passo a política nacional, percebo algo que muitos ainda não enxergaram: estamos massificados por informações inúteis e diversionistas que nos afastam da nossa humanidade. Espantosamente, a maioria não se deu conta de que assistimos a um assassinato gradual, em doses homeopáticas, de um dos maiores presidentes que este país já teve.

A omissão da mídia convencional quanto à sua condição reforça o estado de exceção que vivemos e legitima o absurdo cometido contra um homem íntegro, que ousou enfrentar uma facção criminosa infiltrada no poder desde a epiderme até a medula óssea.
E, diante da avalanche de notícias inócuas e da desinformação, a população já não se indigna. Assiste, passiva, a um crime em câmera lenta — mais repulsivo e abjeto do que um tiro certeiro no peito de uma vítima.

Estou abismado com a acomodação, o medo e a inércia de um povo que foi beneficiado pelas medidas adotadas por esse homem quando presidente da República e agora o esquece como se nunca tivesse existido. Não manifesta indignação nem ira contra o regime coercitivo que, cedo ou tarde, os alcançará também.
Onde estão as hordas de apoiadores que recepcionavam o presidente no auge do poder? Onde estão as passeatas? As motociatas? Salvo algumas manifestações isoladas, ainda que com bom apoio, como a do deputado Nikolas, onde se encontra a revolta contra o abuso, o absurdo e o crime disfarçado de legalidade?

Não quero me estender mais, mas não poderia deixar de registrar o fato que me assusta até o mais íntimo do ser: a passividade com que assistimos a um assassinato diante dos nossos olhos, sem esboçar reação. Isso me traz à lembrança os tenebrosos extermínios nazistas e soviéticos.
E o que é pior, se Bolsonaro vier a óbito, logo será esquecido pois a ingratidão é a marca de um povo inculto que não sabe o que quer nem para onde ir.
Tristeza profunda diante de tamanha crueldade.

Enilson Cruz, em 07/02/2026.
 

Jornalismo com ética e solidariedade.