Theresa Catharina de Góes Campos

 

 

 

Nova Acrópole: Homenagem ao Dia da Mulher


De: Nova Acrópole 
<propaganda@acropolebrasil.com.br>
Date: seg., 2 de mar. de 2026 
Subject: #197 Homenagem ao Dia da Mulher
To: <
theresa.files@gmail.com>
 

  

  

“Desde sempre e para sempre, toda mulher tem parentesco com a primeira estrela brilhante que levou luz ao azul profundo do céu.”

Délia Steinberg Guzmán

 

 

Em conversas com pessoas a quem o tempo muito ensinou, é comum nos depararmos com histórias do tipo: “Naquela época, minha avó sabia de longe que não estávamos bem”. Ou ainda: “Minha bisavó teve todos os seus filhos em casa, com a ajuda de uma parteira de confiança da família”.

Em tempos em que as nossas percepções intuitivas são abafadas por inúmeros estímulos externos, e que as tradições são substituídas por técnicas e tecnologias avançadas, de vez em quando é bom pararmos para resgatar o sentido que estava por trás daquelas práticas.

A avó que percebia que os netos estavam com algum problema só de olhar para eles e a bisavó que deu à luz os seus mais de dez filhos em casa com a ajuda de uma parteira nos fazem pensar que na natureza feminina há um mistério intrínseco ligado à expressão da Vida. E, aqui, não me refiro apenas à vida física, mas a essa Vida maior, que se expressa não só em Energia, mas em Sabedoria, e essencialmente, em Amor.

É o Amor o grande alquimista que faz com que, ao olharmos dentro dos olhos de um ser querido, possamos ver para além de sua íris, o seu próprio coração. Como naquele dito popular que diz: “Os olhos são as janelas da Alma”.

É a Sabedoria que faz com que tenhamos percepções profundas a partir de uma observação atenta das Leis da Natureza e que nos faz encontrar respostas para as necessidades da vida cotidiana.

O feminino, como um canal de expressão de Vida, Energia, Amor e Sabedoria, representa uma força que se expande por meio da dação, da generosidade e da entrega. Portanto, além de multiplicar a Vida, pode potencializá-la através do desenvolvimento dos seus mais profundos sentimentos, que são sintetizados pela ideia da Unidade.

E assim, a avó olhava nos olhos dos netos e os via para além das aparências, a bisavó dava à luz os seus filhos em um dos cômodos de sua casa e a parteira ajudava a trazer ao mundo um ser que já existia durante toda a gestação. Mas, se pararmos para refletir um pouco, perceberemos que todos nós – seres humanos – também somos esse canal de expressão da Vida.

Todos nós podemos desenvolver uma sensibilidade que nos leva a ver o outro por dentro, compreendendo suas necessidades e nos colocando à disposição para ajudá-los no que for preciso. Todos nós podemos dar luz às ideias, aos sonhos, aos anseios de contribuir para a construção de um mundo, que não seja apenas Novo, mas que seja também Melhor, pois tudo isso já existe em nossos corações, esperando que demos nascimento a eles.

 

                                                                                      

 Aline Nascimento Freitas

Aluna e professora da Nova Acrópole

 

 Lago Norte/Brasília-DF

                                                                                          

Livro: ÂNIMA: Monólogo - Texto Teatral de Lúcia Helena Galvão Joana d’Arc, Hipátia de Alexandria, Marguerite Porete, Helena Blavatsky, Harriet Tubman e Simone Weil são o fio condutor de ÂNIMA, texto teatral da professora e filósofa Lúcia Helena Galvão. No monólogo, uma tecelã entrelaça os fios que compõem as sagas dessas mulheres — pensadoras, idealistas, místicas, heroínas — que deixaram marcas indeléveis na história. Uma inspiração que levou ao palco a existência de mulheres que doaram suas próprias vidas em nome de um ideal. A peça nasceu a partir da frase que dá início a esta newsletter

Vídeo: O FEMININO NA MITOLOGIA: Reflexões de Lúcia Helena Galvão sobre Arquétipos Femininos Com suas reflexões, a professora Lúcia Helena Galvão mostra como as deusas e heroínas da mitologia representam aspectos importantes da natureza feminina, como a criatividade, a intuição e o cuidado. Ela também discute como a representação das mulheres na mitologia mudou ao longo do tempo e como reflete os contextos sociais e culturais em que os mitos foram criados.

Música: Air On The G String, J. S. Bach - Anastasiya Petryshak A violinista Anastasiya Petryshak junto à  Orquestra Cantelli interpretam a clássica “Air On The G String” de Johann Sebastian Bach na Basílica Sant'Ambrogio em Milão. 

 

 

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