|
Oi , Theresa
Catharina,
Tenho uma excelente
notícia para compartilhar
com você hoje.
Depois de
dias de preocupação e
mobilização, o
processo aberto contra o
padre Francisco Wilson
Ferreira da Silva foi
oficialmente arquivado.
Sim — a
tentativa de transformar um
sermão em crime não
prosperou.
Segundo
decisão da 8ª
Promotoria de Justiça de
Quixadá, os autos
nº 0200341-56.2026.8.06.0303
foram arquivados por
inexistência de crime.
Ou seja: a
própria autoridade
responsável reconheceu que não
houve qualquer ilegalidade
no que foi pregado durante a
Santa Missa.
Isso
significa que podemos, sim,
considerar uma
vitória importante para a
liberdade religiosa no
Brasil.
Mas há algo
ainda mais bonito nesta
história.
Buscamos
informações diretamente com
o padre envolvido — e
recebemos dele uma mensagem
simples, mas profundamente
significativa.
Ele confirmou
que o
Ministério Público arquivou
a denúncia e
nos enviou uma palavra de
gratidão pela mobilização:
“Agradeço
a vossa colaboração. Deus
abençoe.”
Theresa
Catharina, essa mensagem
mostra algo poderoso: quando
cidadãos se unem para
defender a verdade e a
liberdade, a pressão da
sociedade faz diferença.
Milhares de
pessoas decidiram não ficar
em silêncio diante da
tentativa de intimidar um
sacerdote simplesmente por
proclamar um ensinamento que
cristãos ouvem há séculos: homem
é homem e mulher é mulher.
Mas
precisamos ser muito claros
sobre uma coisa.
Embora o caso
tenha sido arquivado, o
ataque à fé cristã e à
liberdade religiosa não
cessou.
O simples
fato de um padre ter sido
denunciado por um sermão já
mostra que hoje há uma
tentativa crescente de
vigiar púlpitos, patrulhar
homilias e intimidar líderes
religiosos.
Hoje foi o
padre Francisco Wilson em
Quixadá. Amanhã
pode ser outro sacerdote, um
pastor, um líder religioso
ou até um fiel comum que
ousa expressar sua fé em
público.
Por isso,
esta vitória deve ser
celebrada, mas
também nos manter atentos e
vigilantes.
A liberdade religiosa não se
perde de uma vez só. Muitas
vezes ela é corroída
lentamente, por meio de
denúncias, processos e
tentativas de intimidação.
E a verdade é
simples: se
recuarmos agora, novas
perseguições virão.
Mas se
continuarmos atentos, unidos
e prontos para agir sempre
que necessário, ninguém
conseguirá silenciar a fé de
milhões de brasileiros.
Hoje
celebramos uma vitória.
Amanhã continuamos
vigilantes.
Porque a
liberdade de pregar a fé não
é um privilégio — é um
direito fundamental.
Com esperança
e agradecida por ter VOCÊ.
Glauciane
Teixeira e toda equipe da
CitizenGO |