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Oi, Theresa
Catharina,
Eu preciso te
contar algo que
não sai da minha
cabeça desde que
soube.
E, sinceramente…
eu também
preciso ouvir
você depois de
ler isso.
Há poucos dias,
durante a
campanha contra
a assistolia
fetal, recebi um
relato que me
abalou
profundamente.
Uma menina de
apenas 14
anos,
grávida de 28
semanas.
Ela chegou a um
hospital… ainda
havia vida.
Ainda havia um
bebê.
Mas foi transferida
para Uberlândia
(MG).
E
não é um detalhe
qualquer.
Uberlândia é
justamente onde
atua a
professora
Helena Paro,
uma das
responsáveis por
um guia
internacional
que promove o
aborto tardio na
América Latina.
Uma prática que
consiste em uma injeção
no bebê, ainda
no útero, guiada
por ultrassom,
para provocar
sua morte antes
do parto.
E
foi exatamente
isso que
aconteceu com
essa menina.
O
bebê foi morto
por uma injeção
letal, em um
grito
silencioso.
E depois disso,
esta mãe foi
devolvida à sua
cidade de
origem… para
realizar uma
cesariana e
retirar um
corpinho sem
vida.
Eu precisei
ouvir isso mais
de uma vez para
acreditar.
E
veio de quem
está lá dentro: uma
profissional de
saúde, exausta,
indignada…
Que já não
suporta mais ver
bebês serem
assassinados.
Ela fez um
juramento para
salvar vidas e
hoje luta, todos
os dias, contra
um sistema que a
obriga a
assistir e
promover a
morte.
Porque isso não
é apenas um
“procedimento
médico”.
Isso é algo que
toca no mais
profundo da
nossa
consciência como
sociedade.
“Não admitiremos
tamanho
retrocesso em
nossa cultura,
em nossa
convivência
pessoal e
familiar.”
Essa frase não
pode ser só uma
frase.
Ela precisa ser
um limite.
Porque o que
está acontecendo
hoje no Brasil
não é um caso
isolado.
Casos como esse
estão
acontecendo de
forma
sistemática.
Estamosfalandodebebêscommaisde5mesesdegestação, que,
com a tecnologia
atual, têm
chance real de
sobreviver fora
do útero.
E
ainda assim… o
coração deles
está sendo
parado
deliberadamente.
Eu te pergunto,
de forma muito
sincera:
-
Isso é
aceitável
para você?
-
Até onde
vamos
permitir que
isso avance?
-
Em que
momento isso
deixa de ser
“política” e
passa a ser
um limite
moral
inegociável?
Theresa
Catharina, eu não
quero te enviar
mais um e-mail.
Eu quero te
ouvir.
Responda pra
mim, por favor: O
que você sente
ao ler isso?
Sua resposta
importa mais do
que você imagina
porque é ela que
vai nos ajudar a
decidir os
próximos passos.
Estamos num
momento
decisivo. E o
silêncio… neste
momento… também
é uma escolha.
Espero seu
retorno.
Com preocupação
e esperança de
que ainda
podemos reagir,
Glauciane
Teixeira e toda
equipe da
CitizenGO
Os
globalistas
progressistas
e as
elites
“woke”
querem
cancelar
nossos
valores,
mas
juntos
permanecemos
firmes. A
CitizenGO
é um
movimento
composto
por
milhões
de
pessoas
em todo
o mundo
que,
todos os
dias,
lutam
para
defender
a vida,
a
família
e a
liberdade
de quem
tenta
destruí-las.
Estamos
confiantes
e, por
isso,
nunca
vamos
nos
render.
Este
e-mail
foi
enviado
para theresa.files@gmail.com.
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