Theresa Catharina de Góes Campos

 
BRASIL E O MUNDO VISTOS PELO VATICANO - PRONUNCIAMENTOS DA  IGREJA CATÓLICA
 

LMAIKOL
Data: 28 de agosto de 2010 14:42
Assunto: O mundo visto de Roma

 
Eleições 2010 no Brasil: nota do arcebispo de Aparecida
APARECIDA, sexta-feira, 27 de agosto de 2010 (ZENIT.org) – Apresentamos a nota do arcebispo de Aparecida e presidente do CELAM (Conselho Episcopal Latino-Americano), Dom Raymundo Damasceno Assis, divulgada nesta sexta-feira, sobre as Eleições 2010 no Brasil.

* * * 

No próximo dia 03 de outubro nós, brasileiros, teremos mais uma oportunidade de exercer nossa cidadania. Através do voto, elegeremos Presidente, Governadores, Senadores, Deputados Estaduais e Federais. Todos sabemos da importância e da responsabilidade do voto. É através do voto que escolhemos nossos legítimos representantes, para governar e legislar em benefício do povo brasileiro, a fim de que cada cidadão tenha oportunidade de crescer, desenvolver-se e viver com dignidade e em paz.

“A Igreja não pode nem deve tomar nas suas próprias mãos a batalha política para realizar a sociedade mais justa possível. Não pode nem deve pôr-se no lugar do Estado. Mas também não pode, nem deve ficar á margem na luta pela justiça” (Bento XVI).

É dever da Igreja orientar os fiéis para que possam participar, democraticamente, com consciência, liberdade e responsabilidade do processo político-eleitoral, apontando critérios éticos e morais que devem ser levados em consideração no momento da escolha do seu candidato.

Por isso, na hora de decidir o voto, é importante que o eleitor tenha em mente alguns pontos para nortear sua escolha:

- não negocie, nem anule o seu voto: o voto deve ser consciente, livre, responsável e não uma troca de favores. Quem o vende contribui com a corrupção e tem a mesma parcela de culpa daquele que compra. Se vir alguma prática neste sentido, denuncie, imediatamente, às autoridades competentes;

- procure conhecer seu candidato: quem é ele? qual seu histórico de vida? quais suas idéias e propostas em relação à saúde, educação, combate a violência, ao crime organizado, reforma agrária? tem projetos que visam o bem comum, ou somente interesses pessoais e de grupos? seu nome está envolvido em denúncia de corrupção ou algum escândalo de cunho ético ou moral? é defensor da democracia, da liberdade de expressão e do respeito as convicções religiosas e da livre manifestação da fé? está comprometido com a justiça social, com a observância e o cumprimento dos direitos humanos, com o pleno respeito a vida humana, desde a sua concepção até à morte natural, e com políticas públicas que beneficiem o bem-estar da população, principalmente, dos mais pobres? 

- seja coerente consigo mesmo e com seus princípios: não vote pelos resultados que as pesquisas apresentam, ou por outro qualquer motivo, que interfira na sua liberdade de escolha. O voto é livre. Vote naquele (a) que você perante Deus, a sociedade e sua consciência julgar merecer o seu voto;

- após a eleição: acompanhe o desempenho, as ações e as decisões políticas e administrativas daqueles que, democraticamente, foram eleitos para governar e legislar em nosso País. Cobre a coerência e o cumprimento dos compromissos assumidos durante a campanha eleitoral, e apóie iniciativas em favor do bem-estar integral da população.

Escolher os representantes para o Congresso ou Assembléias Estaduais, não é tarefa fácil; é um desafio. É preciso, pois, ter espírito crítico, discernimento e interesse pelo bem de toda a sociedade. Assim, conseguiremos, de fato, exercer nossa cidadania e contribuir na construção de um Brasil mais humano, solidário e justo para todos.

Que Deus, por intercessão de Nossa Senhora Aparecida, nos ajude e nos ilumine neste propósito.

Dom Raymundo Damasceno Assis

Arcebispo de Aparecida, SP, Presidente do CELAM

----- Original Message -----
From: ZENIT
Sent: Friday, August 27, 2010 7:03 PM
Subject: [SPAM Detectado][ZP100827] O mundo visto de Roma

 

ZENIT

O mundo visto de Roma

Serviço diario - 27 de agosto de 2010

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Santa Sé


Vaticano a muçulmanos: vençamos juntos a violência interconfessional
Na tradicional mensagem por ocasião do final do Ramadã
CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 27 de agosto de 2010 (ZENIT.org) - O Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso convida os muçulmanos a vencerem juntos a violência entre pessoas de confissões diferentes, na tradicional mensagem por ocasião do final do Ramadã, divulgada hoje.

O tema da mensagem deste ano, "Cristãos e muçulmanos: juntos para vencer a violência interconfessional", é, infelizmente, atual, pelo menos em algumas regiões do mundo, segundo destaca a Santa Sé.

Este é o mesmo tema de estudo e reflexão escolhido pelo Comitê Misto para o Diálogo do Conselho Pontifício e do Comitê Permanente de al-Azhar para o Diálogo entre as Religiões Monoteístas, por ocasião da sua última reunião anual, realizada no Cairo nos dias 23 e 24 de fevereiro.

E precisamente o presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso, cardeal Jean-Louis Tauran, que assina a mensagem, destaca algumas das conclusões deste encontro ao felicitar os muçulmanos a Id al-Fitr, a festa com a que concluem o mês de jejum.

"Entre as causas da violência entre fiéis de diferentes religiões, podemos destacar a manipulação da religião para fins políticos ou de outro tipo, a discriminação baseada na etnia ou na identidade religiosa, as divisões e as tensões sociais", indica a mensagem, recordando as conclusões.

E adverte, recolhendo o conteúdo do mesmo documento: "A ignorância, a pobreza, o subdesenvolvimento, a injustiça também são fontes diretas ou indiretas de violência, não somente entre comunidades religiosas, mas também em seu interior".

Tornando-se eco do desejo do comitê misto, deseja "que as autoridades civis e religiosas deem sua contribuição para remediar tais situações em vista do bem comum de toda a sociedade" e que "as autoridades civis possam fazer valer a superioridade do direito, assegurando uma verdadeira justiça para deter os autores e os promotores da violência".

A seguir, a mensagem recorda algumas "importantes recomendações" que figuram nesse texto de conclusões daquela histórica reunião.

Em primeiro lugar, destaca a conveniência de "abrir os nossos corações ao perdão recíproco e à reconciliação para uma convivência pacífica e frutífera".

Também aconselha "reconhecer o que temos em comum e o que nos diferencia, como base de uma cultura de diálogo" e "reconhecer e respeitar a dignidade e os direitos de todo o ser humano, sem nenhuma distinção baseada em seu pertencimento étnico ou religioso".

Indica a necessidade de "promulgar leis que garantam a igualdade fundamental entre todos", assim como a "importância da formação no respeito, no diálogo e na fraternidade, nos diversos espaços educativos: casa, escola, igrejas e mesquitas".

"Assim, poderemos combater a violência entre fiéis de diferentes religiões e promover a paz e a harmonia entre as diferentes comunidades religiosas", afirma.

"O ensino dos líderes religiosos, mas também os manuais escolares que têm a preocupação de apresentar as religiões de maneira objetiva, revestem, como o ensino em geral, uma importância decisiva na educação e na formação das jovens gerações", constata.

O presidente do dicastério para o diálogo inter-religioso aproveita o final do Ramadã para transmitir aos muçulmanos seus "desejos amistosos de serenidade e de alegria" e confia que sua mensagem seja "uma contribuição positiva para as vossas reflexões".

O cardeal Tauran conclui desejando "que estas considerações, assim como as reações que suscitem entre vós e com vossos amigos cristãos, possam contribuir para a continuação de um diálogo cada vez mais respeitoso e sereno, sobre o qual invoco as bênçãos de Deus".

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Papa felicita ucranianos no aniversário de sua independência
Embaixadora da Ucrânia na Santa Sé destaca importância dos valores cristãos
CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 27 de agosto de 2010 (ZENIT.org) - No 19º aniversário da independência da Ucrânia, o Papa Bento XVI quis transmitir sua felicitação aos habitantes do país.

Por este motivo, o Pontífice enviou um telegrama ao presidente ucraniano, Viktor Yanukovych, como informa a nunciatura apostólica em Kiev.

Pelo Dia da Independência, os representantes da embaixada ucraniana na Santa Sé depositaram flores no monumento a Taras Shevchenko, na catedral greco-católica de Santa Sofia, em Roma.

A embaixadora extraordinária e plenipotenciária da Ucrânia na Sé Apostólica, Tatiana Izhevska, destacou que "a restauração da condição de Estado é uma prova do triunfo da verdade e da justiça históricas".

"Esta alegre festa mostra não somente uma etapa importante da vida da nossa pátria, mas também o reforço das suas bases espirituais", acrescentou.

"Um requisito prévio importante para o bem-estar material e social é o desenvolvimento moral baseado nos valores cristãos - concluiu. Acho que juntos alcançaremos um alto nível de desenvolvimento da nossa sociedade, para benefício de todos os ucranianos."

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Mundo


Salesianos acolhem vítimas das enchentes no Paquistão
Proporcionam alimentos às famílias atingidas
QUETTA, sexta-feira, 27 de agosto de 2010 (ZENIT.org) - Os salesianos responderam à tragédia provocada pelas enchentes no Paquistão, oferecendo o necessário para a sobrevivência de milhares de famílias atingidas.

O "Jugend Eine Welt" (ONG salesiana de Viena), contactou em 17 de agosto o sacerdote Peter Zago, que desempenha seu ministério no Paquistão, confiando-lhe uma contribuição inicial de 5 mil euros para as vítimas das inundações.

O salesiano, comunicando a impossibilidade de poder chegar até as áreas inundadas na região Norte-Ocidental do país, comprometeu-se a utilizar o dinheiro para acompanhar milhares de famílias deslocadas da região de Sibi e outras áreas adjacentes. Trata-se de mais de 50 mil famílias distribuídas em quatro ou cinco campos.

Como ocorreu em outubro de 2005, quando um terremoto atingiu o Paquistão, os salesianos de Quetta mobilizaram jovens dispostos, organizando-os em 4 grupos para ajudar mais pessoas.

"Nossa contribuição é aumentar a presença e entregar às famílias o necessário para a sobrevivência - explica Dom Zago. O empacotamento e o transporte são feitos por uma empresa local."

A assistência salesiana entrega a cada família uma caixa de sobrevivência para um mês.

Cada família recebe uma cesta básica com 50 kg de farinha, 5 kg de azeite de cozinha, 10 kg de leguminosas, 6 kg de chá e açúcar, uma caixa de medicamentos, água mineral e algumas vasilhas.

Cada caixa custa cerca de 8.800 rúpias (81,50 euros).

"A quantidade foi calculada para um mês inteiro, de forma que as famílias possam retornar ao seu país com comida suficiente para a viagem. Estamos nos preparando para uma segunda fase do projeto de intervenção: ajudar as famílias que já retornaram às suas localidades de origem e ajudá-las na reconstrução de suas casas e na recuperação das colheitas e gado que tinham", explica o Pe. Zago à agência de notícias salesiana.

O Pe. Zago conta como o primeiro contato foi feito, porém não foi fácil: "Literalmente fomos atacados por pessoas de todas as idades, homens, mulheres e crianças chorando. Cercaram rapidamente o carro em que viajávamos".

Também outra comunidade do Paquistão, em Lahore, está sendo preparada para entregar diretamente ajudas nas áreas atingidas pelas inundações de Sindh e de Panjab, ao Norte.

No site dos salesianos de Quetta, www.donboscoquetta.multiply.com, é possível ver fotografias e vídeos sobre seu trabalho de ajuda.

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Vietnã: terror obriga católicos a se refugiarem na Tailândia
Agentes policiais confiscam caixão de uma mulher em seu enterro
BANGUECOQUE, sexta-feira, 27 de agosto de 2010 (ZENIT.org) - Diante de um clima de terror predominante em sua localidade, cerca de 40 fiéis da paróquia de Con Dao fugiram do Vietnã para pedir abrigo na Tailândia, informou nesta quarta-feira Englises d'Asie (EDA), agência das missões estrangeiras de Paris.

Jornalistas da Radio Free Asia contactaram - na diocese vietnamita da Da Nang - um grupo de católicos procedentes da paróquia de Con Dao que não podiam suportar mais o clima de terror estabelecido em sua localidade após os  acontecimentos do dia 4 de março.

Nesse dia, agentes de segurança impediram, com grande violência, um cortejo fúnebre de ter acesso ao cemitério e confiscaram o caixão que continha o corpo de uma moradora da cidade, Maria Tan.

Diversos membros do cortejo fúnebre ficaram feridos. Outros muitos foram apreendidos, 8 dos quais continuam presos.

A polícia submeteu muitos dos acompanhantes do cortejo fúnebre a interrogatórios, acompanhados de maus tratos.

Segundo informações recolhidas pelos jornalistas, o grupo de católicos abandonou clandestinamente a paróquia durante o mês de maio para se refugiar na Tailândia.

Entre estas pessoas que perderam a moradia, há homens, mulheres e crianças. O mais velho tem 70 anos e o mais novo está na idade de frequentar o berçário. Alguns chegaram acompanhados de membros de sua família; outros, sozinhos.

Por medo da polícia, os refugiados de Con Dao vivem temporariamente quase clandestinamente, em casas alugadas. Por falta de meios e por seu desconhecimento da língua, vivem este momento de forma muito precária.

Todos buscam encontrar representações do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) para solicitar o direito de abrigo e também tentar atrair a atenção de diversas associações humanitárias internacionais sobre seu caso.

Os refugiados, que não revelaram sua idade para evitar prejudicar seus familiares que ficaram no Vietnã, declararam aos jornalistas que seu único objetivo é encontrar um país que lhes conceda residência e lhes permita exercer seu direito de liberdade, especialmente a religiosa.

Desde o ano passado, a paróquia de Con Dao - suas casas, seus terrenos de cultivo (centenas de hectares ao todo) - fazem parte de um território no qual o município de Da Nang decidiu criar uma vasta área de novas construções financiadas por investidores estrangeiros.

Apesar das pressões exercidas desde o último mês de janeiro, a maioria da população da paróquia se negou a deixar este lugar conquistado naturalmente por seus antepassados.

A situação se agravou notavelmente em 4 de março, após a ação policial contra o cortejo fúnebre de Maria Tan.

O clima não deixou de piorar. Em 3 de julho, durante a tarde, um dos membros do serviço de organização dos funerais de 4 de março, Nguyên Thanh Nam, perdeu a vida após ser espancado por um miliciano enquanto tentava escapar.

Nos dias anteriores, havia sido repetidamente interrogado e maltratado pela polícia. Após sua morte, a pressão policial se agravou e a população foi impedida de participar dos funerais, que são realizados de forma muito discreta.

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Pontos para nortear escolha dos candidatos, segundo arcebispo de Aparecida
D. Raymundo Damasceno pede discernimento e interesse pelo bem comum
APARECIDA, sexta-feira, 27 de agosto de 2010 (ZENIT.org) – O eleitor deve exercer seu direito de votar com “muita liberdade, responsabilidade e consciência perante Deus e a sociedade, pensando não só nos seus interesses pessoais, mas no bem de todo o país”.

Foi o que afirmou nesta sexta-feira o arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis, ao receber a imprensa no Seminário Bom Jesus para divulgar uma nota sobre as eleições 2010 no Brasil e falar sobre o processo eleitoral.

Na mensagem dirigida aos eleitores católicos, Dom Damasceno pede que não se negocie nem anule o voto. “O voto deve ser consciente, livre, responsável e não uma troca de favores. Quem o vende contribui com a corrupção e tem a mesma parcela de culpa daquele que compra. Se vir alguma prática neste sentido, denuncie, imediatamente, às autoridades competentes.”

O arcebispo indica que os eleitores procurem conhecer seus candidatos. “Quem é ele? qual seu histórico de vida? Quais suas ideias e propostas?”

Pede que os eleitores católicos sejam coerentes consigo mesmos e com seus princípios. “Não vote pelos resultados que as pesquisas apresentam, ou por outro qualquer motivo, que interfira na sua liberdade de escolha. O voto é livre. Vote naquele (a) que você perante Deus, a sociedade e sua consciência julgar merecer o seu voto”.

Escolher os representantes “não é tarefa fácil; é um desafio. É preciso, pois, ter espírito crítico, discernimento e interesse pelo bem de toda a sociedade”, afirma o arcebispo, que é também presidente do CELAM (Conselho Episcopal Latino-Americano).

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Após massacre, Igreja no México clama justiça para migrantes
Campanha de oração frente ao atroz assassinato de 72 pessoas em Tamaulipas
MÉXICO, sexta-feira, 27 de agosto de 2010 (ZENIT.org-El Observador) - Diante do atroz assassinato de 72 pessoas ocorrido no Estado de Tamaulipas, o episcopado mexicano pediu justiça e respeito para todos os imigrantes, independentemente da sua origem.

"É um fato lamentável que não pode ficar impune, nem com resoluções imediatistas, nem com explicações de curto alcance por parte daqueles que procuram a justiça em nosso país", afirmou em um comunicado de imprensa Dom Víctor René Rodríguez Gómez, bispo auxiliar de Texcoco, secretário-geral da Conferência do Episcopado Mexicano (CEM).

"Esse massacre nos enche de dor, de preocupação e indignação pela ferocidade com que o crime organizado age, enquanto os diversos níveis de governo, com muitos esforços e nem sempre com os resultados que a sociedade gostaria de ver, buscam conter esta onda de violência e insegurança que açoita nossa pátria."

Estima-se que a maioria dos corpos das vítimas do atentado pertence a cidadãos provenientes de países do Centro e da América do Sul que viajaram ao México com o propósito de cruzar a fronteira até os Estados Unidos, pagando previamente a máfias de tráfico de imigrantes.

"Assim como exigimos que as autoridades do nosso vizinho país tratem com respeito e dignidade nossos cidadãos, no México, por parte dos Poderes da União e da própria sociedade, devemos aplicar a todos aqueles que cruzam nossas fronteiras em busca de uma melhor qualidade de vida, um trato respeitoso e justo, sem desrespeitar seus direitos", assegura o representante do episcopado.

Por sua parte, Dom Faustino Armendáriz, pastor da diocese de Matamoros, onde ocorreram estes lamentáveis fatos, lançou uma campanha de oração, "pedindo ao Senhor das nossas vidas que acolha esses irmãos que morreram assassinados e console seus familiares".

Também pediu às paróquias que, "junto com cada uma das suas comunidades, celebrem a Eucaristia desse dia e dos dias seguintes tendo entre as intenções, de forma especial, os migrantes massacrados, que, com o desejo de buscar uma melhor qualidade de vida, perderam-na na tentativa".

Por último, o prelado pediu orações "para que os responsáveis por buscar a segurança da população encontrem as estratégias adequadas para que acabe o derramamento de sangue e toda violência; além disso, para que o Senhor inspire caminhos de bem aos que a provocam".

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Arquidiocese de Aparecida lança novo portal
Em www.arquidioceseaparecida.org.br, mais interatividade e informação
APARECIDA, sexta-feira, 27 de agosto de 2010 (ZENIT.org) – A arquidiocese de Aparecida lançou nesta sexta-feira seu novo portal na internet, com a proposta de reforçar a evangelização no mundo digital, apostando na interatividade e multimídia.

Em www.arquidioceseaparecida.org.br, os internautas conferem o novo layout e serviços oferecidos pelo portal.

Em coletiva de imprensa nesta sexta-feira, no Seminário Bom Jesus, em Aparecida, o arcebispo Dom Raymundo Damasceno Assis destacou que se trata “de um instrumento muito importante de evangelização”.

“O novo portal tem como objetivo facilitar o acesso dos usuários a uma série de informações de nossa arquidiocese. Informações sobre as paróquias, o Seminário, o conteúdo e a palavra do pastor, acesso à rádio web Frei Galvão”, disse. 

A nova página na internet traz recursos multimídia como fotos, podcasts e vídeos, e também favorece a interatividade. Ao acessar o campo das notícias, por exemplo, segmento que ganhou destaque no portal, os usuários podem partilhar os textos no facebook, orkut, twitter, entre outras redes sociais, além de comentá-los.

O portal integra ainda a informação digital a respeito do Seminário Missionário Bom Jesus, do Santuário Frei Galvão e também da Rádio Frei Galvão, que os internautas podem ouvir diretamente pelo site.

Entre os serviços oferecidos pelo portal, estão o departamento de arquivos e certidões, em que os fiéis podem solicitar as certidões de batismo, casamento ou fazer pesquisas. Há também um link para a imprensa, que visa a favorecer o relacionamento com os meios de comunicação.

Seminário

 

Na coletiva de imprensa, Dom Damasceno informou também sobre as obras no Seminário Bom Jesus. Reformado primeiramente para receber Bento XVI em sua visita de 2007 ao Brasil, o edifício histórico entra agora em sua 3ª etapa de obras.

Nesta etapa da revitalização do prédio centenário (a construção foi iniciada em 1894), serão terminados os 74 apartamentos da pousada que vai funcionar numa das alas do seminário. A 1ª etapa das obras havia preparado uma ala do prédio para acolher o Papa e a 2ª, inaugurada no dia 6 de agosto de 2010, preparou a ala que recebe os seminaristas.

Segundo o arcebispo, com a futura acolhida a peregrinos e grupos de fiéis para realização de retiros ou eventos eclesiais, a arquidiocese presta um serviço e ainda cria uma fonte de recursos para a manutenção do edifício.

“Após todo trabalho de revitalização e de resgate deste prédio histórico, importante não só para a arquidiocese, mas também para a sociedade e a cultura, não podemos deixar que o edifício se deteriore”, afirmou. 

A pousada no Seminário Bom Jesus contará com salas para conferência, refeitório, biblioteca e galeria de exposições.

(Alexandre Ribeiro)

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Chile precisa do testemunho dos crentes na vida pública
Afirmação do presidente do episcopado
VALDIVIA, sexta-feira, 27 de agosto de 2010 (ZENIT.org) – Neste momento em que o Chile celebra seu bicentenário, fazem falta cristãos leigos que sejam capazes de dar testemunho de sua fé na cultura, política, comunicação e em outros âmbitos da vida pública, afirmou nessa quinta-feira o presidente da Conferência Episcopal do país.

Dom Alejandro Goic Karmelic, que é também bispo de Rancagua, discutiu esse tema uma conferência, no contexto do mês da solidariedade.

“Minha fé é minha vida e minha vida é minha fé – disse –; porque a fé é um projeto de vida. A fé não pode permanecer no âmbito da vida privada, pois ela tem a ver com todas as realidades temporais do ser humano... Trata-se claramente de uma dimensão social”, afirmou o prelado.

A respeito do diálogo fé-cultura em tempos de secularismo, ele sublinhou a urgência de viver o apostolado da caridade intelectual: “é urgente que nas dioceses haja organismos especializados com leigos preparados para gerar o diálogo fé-cultura e a defesa da dignidade humana do homem e da mulher, colocando a caridade a serviço da inteligência”.

Ao falar da presença nos meios de comunicação, ele disse que a presença “mais importante não está em programas de caráter religioso, mas em alcançar uma presença natural nos relatos populares e nas narrativas da mídia que alimentam os mitos e os valores da cultura... com a necessária habilidade e criatividade do jornalista cristão, que destaca os valores profundamente evangélicos”.

No âmbito político, o bispo afirmou a necessidade da educação cívica, especialmente com os jovens. Esta deve tender ao serviço do bem comum, em especial dos mais pobres, pois “a política depende em boa medida da justiça social, da paz nacional e internacional e da promulgação de leis respeitosas da dignidade humana. É aqui que o cristão está chamado a ser testemunho de Cristo na política”.

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Entrevistas


Todos chamados à mística
Entrevista com o carmelita Pe. Luigi Borriello, OCD
Por Miriam Díez i Bosch

ROMA, sexta-feira, 27 de agosto de 2010 (ZENIT.org) - O Pe. Luigi Borriello entende de místicos. Não somente porque sua família religiosa é a Carmelita, privilegiada por ter Santa Teresa de Ávila, São João da Cruz ou Edith Stein, mas porque, além disso, este professor de teologia em várias universidades de Roma e consultor em diversas congregações vaticanas é codiretor do "Dicionário da Mística", da editora vaticana.

Para o Pe. Borriello, a mística não é um aspecto secundário da teologia; e é preciso esclarecer o que é a "mística cristã", em um momento no qual vemos que todas as religiões se interessam pelo tema.

Borrielo, nesta entrevista a ZENIT, resiste em aceitar que se fale de "mística" como de "iluminados" ou pessoas distantes da realidade, já que, para ele, a mística é o que existe de mais arraigado no mundo e o mais elevado que existe: a união com Deus.

Ele explica isso em "Esperienza mistica e teologia mistica", da Libreria Editora Vaticana, livro que faz parte de uma coleção dirigida por ele e pela estudiosa Maria Rosaria del Genio, chamada "Experiência e fenomenologia mística". O livro tem o prólogo do arcebispo Luis F. Ladaria, SJ, secretário da Congregação para a Doutrina da Fé.

ZENIT: Os místicos têm fama de ser de outro mundo, mas o senhor diz que não é verdade.

Pe. Borriello: Os místicos são homens e mulheres deste mundo. Hoje, há uma tendência a banalizar a mística, como se fosse algo de outro mundo, que não tem nada a ver conosco. E não é assim. Além disso, a experiência dos místicos se encaixa na Igreja e está relacionada com a fé, não é alheia a ela.

A experiência mística não pode se separar da fé, só pode acontecer nela. Tal experiência requer uma teologia mística, uma reflexão que tem como base a própria mística.

Hoje existe uma persistência do fato místico, faz parte do pós-modernismo. Esta riqueza mística universal se reencontra na religiosidade ocidental e na oriental. E a oriental exerce uma grande influência no Ocidente.

Também no clima atual de crise, confusão e sincretismo, dá-se a tentação de confundir a autêntica natureza da mística com realidades New Age ou Next Age. Religião e misticismo são realidades diferentes e é preciso fazer essa distinção.

ZENIT: De fato, muitos buscam no Oriente o que a mística cristã já oferece.

Pe. Borriello: Efetivamente. É um paradoxo: muitos cristãos não conhecem a riqueza da tradição mística própria e recorrem ao Oriente, buscando o que está no interior dessa tradição.

Por outro lado, é importante recordar que em toda experiência mística há uma mistagogia: você também pode fazer experiência como o outro; ainda que o místico seja reservado, o que diz é para todos. Neste sentido, temos que dizer que todos nós estamos chamados à santidade e à mística. E a experiência mística é um convite ao testemunho.

ZENIT: A mística cristã, ainda que seja fusão, reconhece o "Tu" de Deus, sempre.

Pe. Borriello: Sim: não é a dissolução, é o encontro. A mística cristã se caracteriza pela Encarnação, que sempre é um dom, não é algo que o ser humano conquista. Nela, o Tu, a dualidade de Deus que se dá e do homem que acolhe, ainda que haja fusão, sempre se reconhece o outro. Estamos falando de dualidade na unidade, como um matrimônio espiritual: os dois se reconhecem sempre, não se confundem, conservam sua própria identidade.

ZENIT: Seria apropriado desejar viver uma experiência mística?

Pe. Borriello: Não se trata de pedir isso, mas de acolher quando acontece, se acontecer. A experiência é uma categoria que se usa em todas as disciplinas. Eu prefiro que se fale de experiência mística, é algo que Deus dá ao homem que a recebe passivamente e, de fato, faz um esforço ao acolhê-la; é o que João da Cruz chama de "a noite".

Há uma colaboração na acolhida, mas a iniciativa é sempre de Deus, que se dá a conhecer. E a revelação maior acontece em Jesus Cristo; portanto, a experiência mística sempre é cristocêntrica e trinitária. E se revela exclusivamente de forma gratuita, sem nossos méritos.

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Espiritualidade


Evangelho do domingo: observador de aparências
Por Dom Jesús Sanz Montes, ofm, arcebispo de Oviedo
OVIEDO, sexta-feira, 27 de agosto de 2010 (ZENIT.org) - Apresentamos a meditação escrita por Dom Jesús Sanz Montes, OFM, arcebispo de Oviedo, administrador apostólico de Huesca e Jaca, sobre o Evangelho deste domingo (Lucas 14, 1.7-14), 22º do Tempo Comum.

* * *

Jesus não prestava atenção somente nos lírios do campo, nos pássaros do céu, mas também era um profundo observador da conduta humana: das crianças simples e sem falsidade, das viúvas que oferecem tudo o que têm, dos pecadores que, no fundo, têm um coração aberto ao perdão e ao arrependimento... E também prestará atenção nos aparentes, nos que caminham pela vida da propaganda e da etiqueta.

Jesus foi convidado à casa de um dos fariseus num sábado. Tanto Ele como os outros, todos observavam mutuamente aquele convite. O que Jesus viu? Que as pessoas procuravam se sentar nos primeiros lugares, para sair na foto da sociedade do lugar, para estar na boca do povo e sentir-se na passarela da influência e do renome.

Jesus falará sempre da verdade, pela verdade morrerá, da verdade se autodefinirá. Jamais a partir da aparência. Porque a aparência é sempre uma mentira, mais ou menos camuflada, mais ou menos procurada e querida. Ser o que no fundo não se é, aparentar e passar a perna, usar máscaras, viver num eterno carnaval. Uma pessoa assim, que vive a vida com sua fantasia particular (pouco importa se tal fantasia é ideológica, cultural, econômica ou inclusive religiosa), é uma pessoa vendida a si mesma, às suas pretensões; uma pessoa escrava das suas próprias correntes, e por isso inábil para a liberdade e para a simplicidade.

"Quando tu fores convidado para uma festa de casamento, não ocupes o primeiro lugar" ( Lc 14, 8). Não só pelo mal-estar que pode supor depois o fato de o anfitrião tirá-lo do seu podium e devolver-lhe à sua crua realidade, mas porque quem tem pretensões indevidas, quem vai como "capa de revista", é difícil que compreenda sua dignidade e a dos demais, quando tão ocupado está com sua aparência.

São Francisco dirá isso com sua proverbial simplicidade: "Somos o que somos diante de Deus e não mais" (Admoestação 19). Só quem experimentou a liberdade de ser e de querer ser o que somos aos olhos de Deus, somente esse pode entender Jesus. São os olhos do Senhor que nos guiam na senda verdadeira, que nos conduzem a reempreender o caminho sempre que nos cansamos de andar, que nos desviam quando nossos passos se torcem, que se tornam luz e graça para caminhar. Os olhos de Deus não enganam nunca, não humilham jamais, iluminam sem cegar. Feliz quem vive assim, simplesmente, porque experimentará o que é viver na paz, na liberdade, sem ansiedades devoradoras, sem poses hipócritas, sem truques fictícios... Sendo quem somos diante de nós mesmos e diante dos outros, o que somos diante de Deus.

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Flash


Curso apresenta “Exegese dos Padres da Igreja”
No Mosteiro de São Bento, em São Paulo
SÃO PAULO, sexta-feira, 27 de agosto de 2010 (ZENIT.org) – O Mosteiro de São Bento de São Paulo e o Mosteiro da Transfiguração promovem, nos dias 6 a 10 de setembro, o curso “Exegese dos Padres da Igreja”.

O curso, que acontece na Faculdade de São Bento (Largo São Bento, centro de São Paulo) é gratuito e tem como professor Dom Guido Innocenzo Gargano, monge beneditino camaldolense. O horário das aulas será das 19h às 21h30.

Professor extraordinário de Patrologia junto ao Pontifício Instituto Oriental (Roma); Dom Guido Gargano ensina História da Exegese dos Padres da Igreja no Pontifício Instituto Bíblico (Roma). É também professor de Teologia Sacramentária Oriental e Teologia Espiritual na Pontifícia Universidade Urbaniana (Roma). 

Suas aulas em São Paulo enfocarão: Os Padres, a patrologia e a exegese; Judeus e cristãos frente à Bíblia; Os Padres cristãos entre “Tipologia” e “Alegoria”; A herança comum da hermenêutica dos Padres cristãos; Os Padres e a “Lectio Divina” na Igreja.

Informações e inscrições pelo email: filosofiasb@uol.com.br

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Documentação


Eleições 2010 no Brasil: nota do arcebispo de Aparecida
 
APARECIDA, sexta-feira, 27 de agosto de 2010 (ZENIT.org) – Apresentamos a nota do arcebispo de Aparecida e presidente do CELAM (Conselho Episcopal Latino-Americano), Dom Raymundo Damasceno Assis, divulgada nesta sexta-feira, sobre as Eleições 2010 no Brasil.

* * * 

No próximo dia 03 de outubro nós, brasileiros, teremos mais uma oportunidade de exercer nossa cidadania. Através do voto, elegeremos Presidente, Governadores, Senadores, Deputados Estaduais e Federais. Todos sabemos da importância e da responsabilidade do voto. É através do voto que escolhemos nossos legítimos representantes, para governar e legislar em benefício do povo brasileiro, a fim de que cada cidadão tenha oportunidade de crescer, desenvolver-se e viver com dignidade e em paz.

“A Igreja não pode nem deve tomar nas suas próprias mãos a batalha política para realizar a sociedade mais justa possível. Não pode nem deve pôr-se no lugar do Estado. Mas também não pode, nem deve ficar á margem na luta pela justiça” (Bento XVI).

É dever da Igreja orientar os fiéis para que possam participar, democraticamente, com consciência, liberdade e responsabilidade do processo político-eleitoral, apontando critérios éticos e morais que devem ser levados em consideração no momento da escolha do seu candidato.

Por isso, na hora de decidir o voto, é importante que o eleitor tenha em mente alguns pontos para nortear sua escolha:

- não negocie, nem anule o seu voto: o voto deve ser consciente, livre, responsável e não uma troca de favores. Quem o vende contribui com a corrupção e tem a mesma parcela de culpa daquele que compra. Se vir alguma prática neste sentido, denuncie, imediatamente, às autoridades competentes;

- procure conhecer seu candidato: quem é ele? qual seu histórico de vida? quais suas idéias e propostas em relação à saúde, educação, combate a violência, ao crime organizado, reforma agrária? tem projetos que visam o bem comum, ou somente interesses pessoais e de grupos? seu nome está envolvido em denúncia de corrupção ou algum escândalo de cunho ético ou moral? é defensor da democracia, da liberdade de expressão e do respeito as convicções religiosas e da livre manifestação da fé? está comprometido com a justiça social, com a observância e o cumprimento dos direitos humanos, com o pleno respeito a vida humana, desde a sua concepção até à morte natural, e com políticas públicas que beneficiem o bem-estar da população, principalmente, dos mais pobres? 

- seja coerente consigo mesmo e com seus princípios: não vote pelos resultados que as pesquisas apresentam, ou por outro qualquer motivo, que interfira na sua liberdade de escolha. O voto é livre. Vote naquele (a) que você perante Deus, a sociedade e sua consciência julgar merecer o seu voto;

- após a eleição: acompanhe o desempenho, as ações e as decisões políticas e administrativas daqueles que, democraticamente, foram eleitos para governar e legislar em nosso País. Cobre a coerência e o cumprimento dos compromissos assumidos durante a campanha eleitoral, e apóie iniciativas em favor do bem-estar integral da população.

Escolher os representantes para o Congresso ou Assembléias Estaduais, não é tarefa fácil; é um desafio. É preciso, pois, ter espírito crítico, discernimento e interesse pelo bem de toda a sociedade. Assim, conseguiremos, de fato, exercer nossa cidadania e contribuir na construção de um Brasil mais humano, solidário e justo para todos.

Que Deus, por intercessão de Nossa Senhora Aparecida, nos ajude e nos ilumine neste propósito.

Dom Raymundo Damasceno Assis

Arcebispo de Aparecida, SP, Presidente do CELAM

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